Arquivo da categoria: Uncategorized

⚡A

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Obama ou o falso tradutor: qual é mais ‘fake’?

tradução simultanea do discurso de obama
Muita gente criticou a presença de um falso tradutor de linguagem de sinais, em cerimônia no funeral de Mandela.Vendo uma foto dele, cujo autor desconheço, conclui que o tradutor não é – decididamente – o que havia de mais falso no momento em que a foto foi tirada. E que a respectiva tradução não poderia ter sido mais fiel à realidade que ele precisava tornar compreensível.
Nunca vi melhor tradução do discurso do presidente de um país que, há séculos, age como a polícia do mundo, patrocina a guerra, a fome, a miséria; vibra com a exploração e se impõe, sem cerimônia, como “modelo” de democracia e de futuro da humanidade!
O que quer que ele diga, traduz-se por: ele tá dando uma banana pro rest of the world.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Leilão de libra: golpe de mestre anti espionagem e sabotagem dos EUA

Acho ingenuidade afirmar que, para desenvolver Libra, são necessários “apenas” tecnologia+capital. Respeito os especialistas que têm feito essa afirmação, mas discordo. Creio que foi acertado, por parte do governo Dilma, estabelecer uma espécie de acordo tácito, alinhando-se a parcelas importantes, dentre os poderosos blocos políticos internacionais.
chevron-vazamento-oleo-rio-de-janeiro
O Brasil, sozinho, estava sendo alvo de espionagem e tentativas de sabotagem ou, muito mais grave, exploração do tipo “pirata” do pré-sal (vide o criminoso vazamento de petróleo, causado pela Chevron, em Campos). Deixado ao acaso, o pré-sal não poderia render os bilhões de que se ressentem a educação e a saúde e, ao mesmo tempo, os danos incalculáveis ao meio ambiente, em exploração não autorizada ou que não fosse altamente especializada, representavam um descuido imperdoável ao Estado Brasileiro. Nossa soberania não é a soberania do megafone (se fosse, o pré-sal seria tão nosso, quanto as Malvinas são da Argentina).
É preciso ser sagaz, para não perder na batalha bélica, um patrimônio possível sob a égide da aliança política e econômica, tão saudável, de resto, ao modelo democrático.
Ao compartilhar com a anglo-holandesa Shell, mais as chinesas, o Brasil sinalizou que os que mexerem com o capital ali investido, a partir de agora, estarão comprando briga com cachorro grande. É minha interpretação. Acho que os especialistas estão fazendo uma análise presa exclusivamente à esfera imediatamente ligada aos possíveis lucros no plano monetário.
vazamento-petroleo-brasil
Não basta. Haja vista mais de um século de guerras pelo petróleo no Oriente Médio. Ser possuidor dessa riqueza é algo que não se resolve com tecnologia+capital nacionais. A esfera estratégica e bélica adotada pelo Brasil, com o modelo de partilha usado no leilão de Libra, além de resultados imediatos em termos de lucratividade, pareceu-me um golpe de mestre, do ponto de vista da originalidade. Faz-se a defesa da soberania, com base em ações que os fóruns democráticos internacionais nos estejam favoráveis, diante de alguma tentativa tosca de invasão ou coisa que o valha. A partilha, interpreto, foi uma forma de dividir para controlar. A Petrobrás à frente do consórcio, arremata com fineza esse raciocínio de que, sim, O PETRÓLEO É NOSSO!

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

21 anos de Carandiru e continua o terrorismo de Estado em SP

Era 2 de outubro de 1992, a polícia do governo do Estado de São Paulo entra no Complexo do Carandiru e executa 111 homens, na que ficou conhecida como a maior chacina perpetrada pelo sistema carcerário no Brasil. Entre os policiais, não foram registadas mortes, nem ferimentos por arma de fogo, o que dá dimensão da disparidade de forças e da fome por extermínio que nortearam a ação.
carandiru
Isso representou, decididamente, uma das mais apoteóticas demonstrações de terrorismo de Estado.
Da barbárie de Fleury à truculência de Alckmin contra o povo, todo e qualquer conflito ou protesto, faz jorrar litros de violência policial, orquestrada pelo mandatário do estado considerado o mais moderno e rico do Brasil.
massacre-do-carandiru
O ataque a Pinheirinhos figura como um outro aviltante episódio de incompetência somado a atos ilegais, por parte do governo do Estado. E a violência e falta de diálogo acontecem todos os dias. Urge gritar que o rio de sangue continua em São Paulo.
Residents of the Pinheirinho slum walk away from a fire set by other residents resisting police arrival to evict them in Sao Jose dos Campos
Neste momento (para invariar!), Alckmin soca a bota nos professores em SP. Em greve – por motivos óbvios e mais do que justos – seriam os protagonistas de uma educação de qualidade. Fossem ouvidos e dignificados, evitaríamos os eternos carandirus.

1 comentário

Arquivado em Uncategorized

LIBERTA-TE, PÁTRIA AMADA! NÃO FUJO À LUTA POR TI, BRASIL!

Nasci com pressa e desobediente,
na mais bela das pátrias, conhecida por ser gentil;
lutei, luto e lutarei incansavelmente,
pra que um dia ela brilhe, triunfe e deixe de ser servil.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

NÃO FOI BRANDA, NÃO

A gente sabe que o tufão que arrasou nossa frágil democracia não foi fácil de aguentar. Perdurou por décadas. Nem as sobras, os destroços, a gente esquece. Não foi fácil. Nada foi tranquilo, não. Relaxa, Herzog! Ainda há quem se lembre que não foi branda, não.

2 Comentários

Arquivado em Uncategorized

A LUA E EU…

Mais um ano se passou
E nem sequer ouvi falar seu nome, a lua e eu
Caminhando pela estrada
Eu olho em volta e só vejo pegadas
Mas não são as suas eu sei,
Eu sei, eu sei
O vento faz eu lembrar você
As folhas caem mortas como eu
Quando olho no espelho
Estou ficando velho e acabado
Procuro encontrar
não sei onde está você
Você você….
o Vento faz eu lembrar você
As folhas caem mortas como eu…
A lua e eu

(Composição: Cassiano/ Paulinho Motoka)

* Dedicada nesta data ao Curintia, que se despediu, também, desta Libertadores.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

SE EU CURTISSE ESTRELISMOS…

…eu faria astronomia / não cultivaria curiosidade pela astrologia;

…seria farinha do mesmo saco / não saberia diferenciar um puxa-saco;

…agarraria a mais brilhante, no óbvio céu / sem espernear, sem tanto escarcéu;

…de barriga pra cima, espero uma cadente / ou um extraterrestre pra chamar de parente!

2 Comentários

Arquivado em Uncategorized

SAUDADES DO RAJ E DA NOVELA RECORDE DE HOMENS ‘CONFORMADOS’

Tava gostando demais de ver aquele tantão de hómi bunito, todo capítulo. E as mulheres sempre por cima, se dando bem. As poucas mulé que levaram corno na trama, deram a volta por cima: Sílvia, mal chorou a “viuvez”, logo se esquentô com o melhor amigo do suposto falecido. Melissa, então, quase gastou a mão, de tanto dá tabefe nas rivais. Vingancinhas deliciosas, e passa creme de beleza, torra o din-din do maridão. E dá-lhe champagne, sol & piscina no crubão das grã-fina. Enquanto isso, um punhado de hómi lindo, maravilhento. Tudo levando chifre e… gostando, perdoando. Não tô falando do marido da Norminha, a ídola maior. Dum jeito ou de outro, muito marmanjo “dividiu” sua jóia rara com algum sócio e, depois, se conformou… Era Maya casada com um e grávida de outro; Duda mantendo encontrinhos com o ex e fazendo o estilo “Tô tão confusa” com o atual; Nanda querendo a grana do próprio marido pra calar a boca do amante chantagista e por aí vai…

Em “Caminho das Índias”, a única coisa que tava errada era o título. Tinha que ser “Ô Pedaço de Mau Caminho!”.

E agora? Infelizmente, snifs! sai Raj, toca agüentá Zé Mayer.

Novela escrita por homem, não dá certo. Nas do Maneco, muié boa é muié sofredora. Tô fora, bofe! E é só véio [caindo os pedaço!] pegando moça. E mostrar que muié se ilude com cantada, jantar caro e florzinha, enquanto “me engana que eu gosto” e “me bate que eu guento”. Nessa nova novela, claro, roteiro antigo. Menininha mimada vai levá o famoso tapa-na-cara dado “pela vida”. A filhinha de papai, modelo, esnobe, linda pra dedéu, vai sair do trono de princesinha já, já. E vai direto pra uma melodramática cadeira de rodas. É sempre a mesma coisa. Primeiro, mostra uma pentelha (em geral, alguma modelo-atriz fazendo o papel de si mesma) abusando da paciência, botando pra quebrar, zuando tudo e a todos. No que o telespectador tá quase quebrando a bicha na porrada, põe ela lá pra sofrer mais do que cachorro sem dono. A Maria Eduarda (Gabriela Duarte) era uma xarope. Castigo: filho morreu e ela ficou estéril. Tocô a mãe fazer a troca de bebês na maternidade. Depois, veio a folgada da Camila (Carolina Dieckman). Tão cretina que até o hómi da própria mãe, ela roubou. Só pra lembrar: era interpretado pelo Gianechini! Safada! Vem a mão pesada do destino e… Páu! Tasca-lhe uma leucemia. Na outra epopéia helenística, mais mulher levando na cabeça. Dóris (Regiane Alves) queria um quartinho pra si, sem ter que dividir espaço com um irmão mala [que, pra variar, em novela do Maneco, dava uns cáta na empregada]. Pro autor, a doida tava querendo luxo demais! Essa bruxa, megera, bandida aparece como egoísta e malvadona. Assim, claro, vai ser bestemada pelo público, que só sossega quando ela leva surra de reio, do próprio pai. Tudo por causa dos vovozinhos (que, diga-se de passagem, estariam muito melhor arranjados no Retiro dos Artistas! Ainda mais com a ajuda semanal da Angélica, que angaria ‘merreca’ pra mandar pra ajudar o asilo a se manter).

Mas o Maneco, que impõe goela abaixo “galãs” da terceira idade (ou quarta, quinta… Se Paulo Autran ou Raul Cortez estivessem vivos, tadinha da Thaís Araújo), por acaso, gosta de ver muié coroa se dar bem com ‘broto’? Ja-mais! Só se for no batente, no fogão, cozinhando uma panela de ‘broto legal’ pro maridinho. A arte antecipou a vida. A rica Lorena (Suzana Vieira) deu até lição de etiqueta pra melhorá o suburbano e pobre [mas jovem e malhadão] Expedito. Com todo esse investimento, a matrona poderia se dar bem? Claro que não! O mancebo tascou-lhe um chifraço, assim que pode. Na mesma trama, foi só a profa. Rachel parar de apanhar e se apaixonar pelo aluninho, vem punição do destino. O moçoilo encontra a morte e ela, claro, o prêmio máximo que a vida tem a oferecer a uma muié: ser mãe!

Muié que não tiver nascido pra sofrer, chorar, parir e criar filho, não pode passar sem uma carraspana da vida.

A esperta e zelosa, que não queira o maridão dividido com a galera, que não queira um ornamento na testa, é logo tachada de louca, ciumenta, possessiva.

A moderna e independente, que se gosta, cultiva a vaidade pra pegar uma baladinha, ou curte um vidão, sem precisar sofrer por um macho, é logo tachada de bebum, decadente, frívola ou sapatão. Ou tudo isso num personagem só. Se não tiver filho, então, é esconjurada. Vai se ferrar mais cedo ou mais cedo ainda.

O Maneco tem um ódio mortal de mulher feliz, que tem vida boa. Por que não põe logo o nome de Amélia ao invés de Helena, nas trouxas protagonistas?

Antes que eu me esqueça: alguém me ouça! Traz o Raj de volta, urgente!!!

4 Comentários

Arquivado em Uncategorized

Filho de Michael lança nova marca de chiclete no ‘evento’

Gente! Até eu que sou uma mula sei hora e jeito certo de mascá, sem dó, um chicletinho. Mas a mula do filho do Michael mascando sem parar! Só pode ser jogada de marketing! [ou, como diz a Morena: marketi]. Já tô vendo: Chegou o novo Chiclete Moon-walker – além da longa duração, depois de mascado, pode ser preso à sola do sapato e ajudar amadores em imitações das dancinhas do astro pop.

8 Comentários

Arquivado em MULA PUXA PAPO COM SACI..., Uncategorized